segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Transporte, alimentação e aluguel consomem quase 50% da renda dos brasileiros.
Pnad mostra que Rendimento da família influencia na matrícula na pré-escola
De acordo com a gerente do Pnad, Maria Lúcia Vieira, na faixa etária equivalente ao ensino fundamental obrigatório, o rendimento mensal domiciliar per capita praticamente não interfere na taxa de escolarização (percentual de crianças na escola).
“Para a população de 6 a 14 anos, a questão do rendimento não influencia quase nada, mais de 97% das crianças nessa faixa etária estão na escola independentemente do rendimento domiciliar. Para a população de 4 e 5 anos, que é o pré-escolar, a questão tem influência na taxa de escolarização: quanto maior o rendimento domiciliar, maior a chance de essa criança ir para a escola.”
Enquanto 69,1% das crianças de 4 e 5 anos com renda familiar per capita até um quarto do salário mínimo estavam na escola, a proporção sobe para 88,9% na faixa de renda superior a um salário mínimo. No grupo etário de 6 a 14 anos, o índices são 97,4% para 99,2%, respectivamente. Entre os jovens de 15 a 17 anos, a taxa de escolarização caiu de 85,2% para 83,7%.
Com relação à rede de ensino, 78,4% dos estudantes do Brasil eram atendidos por escolas públicas, de um total de 53,8 milhões de alunos. No ensino fundamental, a rede pública atende a 87% dos estudantes e no ensino médio chega a 87,2%. Nas regiões Norte e Nordeste, as matrículas na rede pública passam de 90% nos ensinos fundamental e médio.
Já no ensino superior, a maior parte dos estudantes era atendida pela rede privada, chegando a 73,2%. As universidades públicas aumentaram a proporção de 23,3% em 2009 para 26,8% em 2011.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Nova medida para facilitar o acesso de pessoas com necessidades especiais aos provadores das lojas
Abertas as inscrições para cursos de férias gratuitos do Espaço Ciência
Estão sendo oferecidas 240 oportunidades, sendo 80 para professores da rede pública de ensino Estadual ou Municipal em atividade e 160 para alunos. Cada um dos oito cursos conta com 10 vagas para professores e 20 para estudantes.
Para se inscrever, é preciso se cadastrar no site da Rede Nacional de Educação e Ciência www.educacaoeciencia.net.br. Os cursos acontecerão de 09 a 13 de julho, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Os cursistas receberão ajuda de custo e certificado de conclusão.
Os cursos oferecidos são: Física e Astronomia para todos; O que Ricardo Ferreira disse para sua cozinheira; Brincando com a matemática; Aprendendo química na cozinha; A casa é um laboratório científico?; Nós, a plantas e os bichos, Química também se faz na cozinha, Para que servem os números?. As atividades serão realizadas nos laboratórios da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), campi Recife e Caruaru, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e Espaço Ciência.
A lista dos selecionados será divulgada no site www.educacaoeciencia.net.br até o dia 03 de julho.Os Cursos de Férias fazem parte da Rede Nacional de Educação e Ciência: Novos Talentos da Rede Pública. O programa envolve 19 universidades públicas brasileiras pela melhoria das condições de ensino de ciências a jovens carentes e por novos caminhos para um ensino eficiente, desenvolvendo metodologias que facilitam o aprendizado e desmistificam a Ciência.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Hortas para pequenos espaços com Garrafas PET
Por Espaço ED
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Consumo responsável e saudável de alimentos: desafio para as mulheres
Fonte: IDEC
sábado, 7 de abril de 2012
Conheça os diferentes tipos de panela e como usá-las adequadamente

Antes de comprar, veja quais são as vantagens e desvantagens de cada material.
Antes de preparar uma boa refeição, o consumidor deve estar atento na hora de escolher onde o alimento será feito. Hoje a indústria oferece panelas de alumínio, vidro, cerâmica, aço inox, antiaderente (teflon), etc. Como existem tantos modelos, dos mais diversos materiais, o consumidor precisa saber que a escolha de cada um pode variar de acordo com o tipo de alimento.
Necessidade nutricional
O consumidor pode escolher o tipo de panela mais adequado de acordo com o alimento e a necessidade nutricional de cada um. No caso das mulheres que precisam ingerir mais ferro devido ao funcionamento de seu organismo, seria interessante o preparo de alguns alimentos em panelas de ferro. Vale lembrar que o consumo excessivo da substância não é recomendado.
Alimentos como espinafre, couve e brócolis, por exemplo, não são recomendados para serem feitos em panelas de aço inox, pois essa combinação pode gerar subprodutos tóxicos. Já alimentos ácidos, como tomates e geleias, quando cozidos em panelas de ferro, aumentam a liberação das substâncias componentes do ferro.
Uma outra dica importante é utilizar utensílios de madeira ou plástico para manipular alimentos. Colheres de metal não são recomendadas. Esponjas de aço também devem ser evitadas.
Tipos de panela
Atualmente as panelas com antiaderente conquistaram a preferência de donos e donas de casa devido a sua facilidade e preço acessível, porém não são recomendadas - seus subprodutos, como o alumínio, são liberados durante o preparo dos alimentos e podem ser prejudiciais à saúde. Mesmo que os estudos ainda não estejam comprovados, não há garantia de que esse material é completamente seguro.
Embora existam muitos opções no mercado, não existe uma panela ideal para uso contínuo e para o preparo de todos os tipos de alimento. Por isso, antes de comprar, saiba quais são as vantagens e desvantagens de cada material e tente encontrar o mais adequado para cada alimento.
- Alumínio: vendida por um preço acessível, aquece rapidamente a comida, é leve e fácil de manipular. Por outro lado, com o tempo, sua forma pode se alterar e, com o uso, ocorre a liberação de alumínio, material suspeito de estar ligado a doenças como o Alzheimer;
- Aço inox: fácil de limpar, mantém o calor do alimento e tem maior durabilidade. No entanto, são panelas mais caras, que liberam níquel nas primeiras vezes em que é usada e o material risca e escurece com o tempo;
- Pedra-sabão: naturalmente antiaderentes, libera cálcio, magnésio e ferro. Mantém o aquecimento, porém cozinha lentamente. Os problemas desta panela são seu peso, fragilidade e a dificuldade de ser encontrada;
- Vidro: boas por serem atóxicas e aquecerem rapidamente os alimentos, elas são caras, frágeis e seu uso requer habilidade para não queimar a comida;
- Ferro: preço baixo, durabilidade, mantém o calor do alimento e é fácil de limpar. Porém, elas são pesadas e podem interferir na cor e no sabor dos alimentos;
- Antiaderentes: rápido aquecimento, fácil de limpar e possibilita menor uso de gordura. Com o tempo, o antiaderente se desgasta e isso pode promover a formação de substâncias pouco seguras - não deve ser usada para preparar alimentos protéicos como carne, ovo, leite e iogurte;
- Barro: essas panelas mantêm o alimento aquecido por mais tempo e podem ser usadas tanto na chama do fogão como no forno. Porém, são pesadas, o aquecimento é lento e a adesão de sujeira é maior.
Fonte: IDEC


