Economia Doméstica

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domingo, 5 de junho de 2011

Nota do WWF-Brasil sobre o Dia do Meio Ambiente

A legislação ambiental e os recursos naturais brasileiros estão sob novo ataque, mais uma vez protagonizado por setores que colocam seus interesses à frente do desenvolvimento sustentável do país.
O cenário é de desmatamento e violência em alta, megaobras que ameaçam a biodiversidade e culturas tradicionais e política na contramão de um planeta que enfrenta as mudanças do clima.

Por tudo isso, este Dia Mundial do Meio Ambiente é o momento de renovar o engajamento e a luta contra modelos ultrapassados de desenvolvimento e retrocessos que custarão caro ao futuro do Brasil. É tempo de ação.

Demonstre sua contrariedade com os rumos da política nacional pendurando tecidos pretos nas janelas e sacadas, carregue bandeiras, amarre faixas em seu braço. Proteste e aja pela conservação, recuperação e bom uso de nossas riquezas naturais.

Uma das maiores ameaças de retrocesso é o Projeto de Lei 1876/1999, a proposta ruralista para reformas do Código Florestal. Entidades civis ligadas ao movimento SOS Florestas se debruçaram sobre o relatório do deputado Aldo Rebelo (SP) e concluíram que o projeto de reforma representa grave ameaça às florestas e a própria agropecuária brasileiras.

O Código Florestal em vigor é uma Lei do Futuro, na medida em que protege a produção agrícola, as fontes de água e a megadiversidade brasileira por meio dos serviços ecológicos prestados pelas áreas de proteção permanente (APPs) e pelas reservas legais (RL).

A proposta aprovada na Câmara dos Deputados em 24 de maio e agora em análise pelo Senado Federal incentiva o desmatamento em todo o país, dribla a necessária recuperação de áreas degradadas, anistia desmatadores ilegais, retira a proteção de manguezais, veredas e outras áreas protegidas, reduz a proteção de rios, córregos e outros cursos d?água e reduz a necessidade de florestas em propriedades rurais na Amazônia.

Também repassa a estados e municípios o direito de autorizar desmates, não incorpora novos instrumentos de promoção à recuperação e conservação ambiental, prejudica metas nacionais de proteção da biodiversidade e de redução de emissões e, ainda, ameaça as exportações para mercados globalizados e cada vez mais exigentes de itens produzidos com sustentabilidade.

Antes de alcançar o escaninho da Presidência da República, onde a legislação poderá ser total ou parcialmente vetada, há chances de que receba melhorias no Senado, onde Jorge Viana (PT/AC) será o relator do texto na Comissão de Meio Ambiente. O projeto será relatado nas comissões de Agricultura e de Constituição e Justiça pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC).

Comunidade científica, produtores rurais de todos os portes, sociedade civil e entidades ambientalistas têm exposto claramente sua contrariedade ao texto ruralista e propõem debates ampliados e democráticos sobre as necessárias melhorias no Código Florestal. Alterar a legislação sem a devida cautela põe em jogo a sustentabilidade de setores estratégicos para o país.

Além disso, as alterações na lei dedicada a garantir um bom uso das florestas têm total interdependência com outros avanços que o Brasil tem registrado nos últimos anos, como ampliação da área protegida em unidades de conservação, redução das taxas anuais de desmatamento, manutenção de uma matriz energética renovável e o encaminhamento de políticas voltadas ao pagamento por serviços ambientais.


Fonte: O Globo


Por Espaço E.D

segunda-feira, 9 de maio de 2011

II Congresso Nacional de Educação Ambiental & IV Encontro Nordestino de Biogeografia


João Pessoa terá o privilégio de sediar, simultaneamente, no período de 12 a 15 de outubro de 2011, dois importantes eventos acadêmico-científicos: O II CNEA - Congresso Nacional de Educação Ambiental e o IV ENBio - Encontro Nordestino de Biogeografia. Os eventos são realizados pela UFPB – Universidade Federal da Paraíba e pautados no tema “Caminhos para a Conservação da Sociobiodiversidade”, subdividido em 24 eixos temáticos, reunindo em temas específicos os trabalhos enviados pelos congressistas para apresentação e publicação.

A Assembléia Geral das Nações Unidades elegeu 2011 como o Ano Internacional das Florestas, enfocando a conservação e o manejo das florestas e a conscientização do papel decisivo que as matas desempenham no desenvolvimento global sustentável. Conservar florestas é um dos objetivos da Biogeografia, de modo a preservar não somente a vida das árvores, e sim manter viva toda a biodiversidade do Planeta, e com ela as sociedades humanas. A Educação Ambiental é um processo que engloba um esforço planificado, envolvendo os diversos setores da sociedade, especialmente a família, as políticas públicas e todos os níveis de ensino, cumprindo papel fundamental para a conservação da sociobiodiversidade e do ambiente em que vivemos.

No II CNEA e IV ENBio são esperados 1800 participantes e as atividades programadas incluem conferências, palestras, lançamentos de livros, oficinas e espaços de diálogos para discussão das proposições apresentadas pelos congressistas. Os 70 cientistas, pesquisadores e educadores palestrantes confirmados são referências nacionais e internacionais em Educação Ambiental, Biogeografia e diversas outras áreas que integram o binômio Sociedade & Natureza.


Informações e Inscrições e valores no site www.cnea.com.br

Fonte: CNEA

Por Espaço E.D

quarta-feira, 4 de maio de 2011

XXI CBED



Vem ai o XXI Congresso Brasileiro de Economia Doméstica que acontecerá dos entre os dias 14 a 17 de Setembro de 2011, em Recife.
O Tema do cbed2011 é: "ECONOMIA DOMÉSTICA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL: FAMÍLIA, TRABALHO, CONSUMO E GÊNERO.


INSCRIÇÕES


Apresentação

A Associação Brasileira de Economia Doméstica – ABED, em conjunto com o Departamento de Ciências Domésticas – DCD, com o apoio da Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE está organizando o XXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA DOMÉSTICA, IX ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE ECONOMIA DOMÉSTICA e o II ENCONTRO INTERCONTINENTAL DE ECONOMIA DOMÉSTICA, que acontecerão em Recife, Pernambuco, Brasil, no período de 14 a 17 de setembro de 2011.

O objetivo é que pesquisadoras(es), profissionais e estudantes da Economia Doméstica e áreas afins reflitam, discutam e troquem experiências sobre a temática Economia Doméstica e Desenvolvimento Social: família, trabalho, consumo e gênero. A preocupação é pensar e refletir o objeto de estudo da Economia Doméstica, a família, de forma inter e multidisciplinar, considerando suas interconexões com os espaços da produção e da reprodução, integrando as esferas políticas e econômicas da sociedade, face às transformações econômicas e sociais e suas repercussões no perfil da família. A pretensão é dar continuidade ao debate que vem sendo travado dentro dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Economia Doméstica e nos fóruns de discussão da categoria, através dos quais se vêm refletindo as relações de interação e interdependência da Economia Doméstica em suas múltiplas formas.

Nessa perspectiva, os referidos eventos se constituirão espaços para ampliar a discussão, a reflexão e a trocas de saberes e fazeres (práticas) da Economia Doméstica no mundo da produção e da reprodução, evidenciando, sobretudo, o compromisso da profissão e da(o) profissional com o seu objeto de estudo, a família, considerando suas necessidades e demandas. Pela abrangência dos temas que serão abordados através das conferências, mesas redondas, grupos de trabalhos, relatos de experiências e fóruns de discussões em torno do tema central do congresso, estamos convictas(os) que o evento propiciará não apenas apreensão de novos conhecimentos, mas, possibilitará a categoria profissional a oportunidade de socializar o que se têm produzido de mais expressivo na Economia Doméstica no campo científico, e de apontar proposições para os problemas postos, sobretudo, os mais emergentes, inclusive aqueles relacionados à dinâmica da profissão e das(os) profissionais de Economia Doméstica. Nessa direção, Recife, a capital multicultural, será palco desta importante congregação acadêmica da Economia Doméstica.

Bem vindas/os ao Recife!


Fonte: CBED2011

Por Espaço E.D


quinta-feira, 17 de março de 2011

FIQUEM DE OLHO!!!

Crescem promoções e reclamações nos sites de compras coletivas


Da Redação do G1


Tratamento para o cabelo com 80% de desconto – a promoção pela internet durou só 48 horas. Nunca o salão conquistou tantos clientes de uma vez. “São 233 novos clientes que vão conhecer meu salão e eles podem indicar para outros clientes”, comenta o cabeleireiro Charles Adami.


Nos sites de compras coletivas é assim: um cliente puxa outro, porque é preciso fechar um grupo para a promoção valer. “A gente não precisa sair de casa para fazer uma compra. Já fica mais prático: só um cliquinho e pronto”, destaca a administradora de empresa Kalila Gomes.

Para a estudante Taís Silvetto, a compra também foi rápida, mas decepcionou. Ela pagou e não conseguiu fazer um passeio para a Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. “Ou não formava grupo ou o grupo já estava formado e a gente ficava de fora”, lamentou.


Um portal registrou, nos últimos 12 meses, 8,5 mil reclamações de consumidores contra os sites de compras coletivas. Preço baixo, mas com prazo determinado – um relógio é que estimula o consumidor a adquirir um produto ou serviço sem muito tempo para pensar e ainda convidar outras pessoas a comprar para que a promoção tenha validade. Mesmo assim, é possível tomar alguns cuidados para aproveitar as ofertas sem problemas.


“Na própria internet, onde ela vai efetuar a compra, ela consegue consultar no site da empresa se ela tem algum tipo de reclamação anterior”, orienta José Viana, proprietário de site de compra.


Uma pesquisa mostra que o número de sites de compras coletivas saltou de 405 em dezembro para 1.025 no mês seguinte. Eles são responsáveis pela proteção dos dados fornecidos pelo consumidor. “O site é um instrumento de captação e agenciamento da formação do grupo. Portanto, haverá, sim, responsabilidade do site”, afirma Eginardo Rolim, representante do direito do consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Ceará.


Por isso, o analista de sistemas Pedro Pisandeli aconselha a escolher sites com certificações de segurança.


“Algumas pessoas mal-intencionadas se aproveitam dessa febre de sites de compras coletivas e começam a disparar e-mails com promoções falsas. É preciso ter muito cuidado e muita cautela e pesquisar antes para saber se a promoção é legal; se a empresa que está oferecendo o serviço realmente existe; e se aquela oferta realmente existe”, explica o analista de sistemas.


Fonte: Pe360graus.com


Por Espaço E.D

EVENTO!


(Clique na imagem para aumentar)

Próxima Terça-feira, dia 22/03, será comemorado mais um Dia das Mulheres pela Associação da Dona de Casa de Recife. O Evento irá promover uma palestra/debate com a Drª Fátima Paz, professora do Curso de Economia Doméstica da UFRPE.

A Programação:

TARDE:

13h:30- Inscrição e Credenciamento

14h- Solenidade de Abertura

14h30- Palestra: A Mulher e a Família no Século XXI

Palestrante: Drª Fátima Paz

15:20hs: Debate

16:30hs- Encerramento



O Evento é promovido pela Associação da Dona de Casa de Recife, com o apoio da ABED.

Por Espaço E.D

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

No Brasil, inflação para mais pobres é ainda maior

A alta dos alimentos em 2010 fez a inflação no Brasil chegar ao seu maior patamar em seis anos.

13 de janeiro de 2011

A alta dos alimentos puxou para cima a inflação em 2010

A alta dos alimentos ao longo de 2010 fez a inflação no Brasil chegar ao seu maior patamar em seis anos, mas foi entre os mais pobres que o aumento geral de preços ficou ainda mais evidente.

Os brasileiros que recebem de um a seis salários mínimos tiveram de enfrentar uma inflação de 6,47% no ano passado, enquanto o índice oficial, que mede até 40 salários mínimos, ficou em 5,91%.

Com um orçamento apertado e comprometido com as necessidades básicas, as classes de baixa renda encontram dificuldade em substituir produtos e serviços cada vez mais caros, resultando em uma inflação maior para essa parcela da população.

Itens importantes da mesa do brasileiro tiveram uma alta expressiva em 2010: o feijão, por exemplo, ficou até 60% mais caro, enquanto o preço da carne subiu 30%.

Segundo economistas, alimentos mais caros costumam ter um efeito ainda "mais cruel" entre os mais pobres, que dedicam uma maior parcela de sua renda a essa categoria.

"Nas classes mais baixas, a alimentação tem um peso de até 40% na despesa total, enquanto entre os mais ricos esse peso fica perto de 10%", diz o economista Salomão Quadros, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio).

No ano passado, o preço dos alimentos registrou uma alta de 10,82% para os mais pobres, representando 3,20 pontos percentuais de toda a inflação no período - o equivalente a metade do índice.

"Quanto mais uma inflação é influenciada pela alta dos alimentos, mais vulneráveis ficam os pobres", diz Quadros.

Escassez

Mesmo figurando entre os maiores produtores de alimentos do mundo, o Brasil não ficou imune à alta dos alimentos que vem atingindo vários países e chegou a um nível recorde em dezembro, segundo as Nações Unidas.

O caso da carne, vilão da inflação brasileira no ano passado, é um dos mais simbólicos: a produção está em alta no país, mas ainda assim o produto está em escassez no mercado local, o que pressiona seu preço para cima.

"Como os preços estão em alta no mercado internacional, o produtor brasileiro ganha mais exportando a carne, mesmo que isso resulte em estoques menores para o mercado interno", diz a economista Cornélia Nogueira, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

"É o mercado internacional afetando o poder de compra do consumidor de baixa renda no Brasil", acrescenta.

Uma das regras do período de inflação alta, a substituição de um produto por um similar também está "complicada" no país, segundo Cornélia.

"Quando milhões de pessoas decidem substituir a carne bovina por carne de frango, por exemplo, o frango também sobe", diz. "Ou seja, até mesmo os produtos considerados substitutos estão mais caros".

Renda

Na avaliação do economista da FGV-Rio, a "sensação" de inflação no Brasil só não foi maior em função do alto crescimento da renda e do desemprego em queda no país.

Se por um lado os mais pobres encontraram produtos mais caros nas prateleiras no ano passado, eles também foram beneficiados pelo crescimento da economia, que deve fechar o ano de 2010 acima de 7,5%, segundo estimativas.

"Os preços subiram, mas é preciso lembrar que os salários, de um modo geral, subiram ainda acima da inflação", diz Quadros.

A situação deverá ser diferente este ano, na avaliação do economista da FGV. Isso porque a inflação continuará em um patamar elevado no país, com alta prevista de 5,3%, mas o crescimento da economia dará uma "freada".

"Teremos praticamente o mesmo nível de inflação de 2010, mas com uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) ao redor de 4,5%", diz.

"Aquela sensação de bem-estar produzida pelo consumo em alta certamente será menor", acrescenta o economista.

Cornélia Ribeiro, do Dieese, lembra ainda que os mais pobres, em geral, além de não terem "sobras" no orçamento, têm menos acesso a investimentos financeiros.

"As classes mais altas podem aplicar dinheiro e, dessa forma, não têm seu capital corroído pela inflação. Já o cidadão de baixa renda geralmente não tem essa opção", diz. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: Estadão.com.br


Espaço E.D

Código do Consumidor vai ser revisto e abranger até a Internet

26 de Janeiro de 2011


O principal meio de proteção aos compradores vai ficar mais abrangente. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) ganhará emendas para resguardar os endividados e quem faz compras pela Internet. A comissão responsável terá 180 dias para apresentar um anteprojeto.

O comércio eletrônico, inexistente em 1989, quando o código foi criado, terá regulamentação própria. As vendas online cresceram expressivamente no Brasil na última década e recentemente ganharam ainda mais popularidade, com a propagação dos sites de compras coletivas.

José Roberto de Oliveira, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Consumidor e ao Trabalhador (Anacont), sugere a redução do tempo de nome negativado como proteção aos endividados: “Tem que cair de cinco para três anos. Quem entra no SPC e no Serasa fica marginalizado”, reclama.

A Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) faz elogios à comissão, que será presidida por Herman Benjamin, um dos idealizadores do CDC e, atualmente, ministro do Superior Tribunal de Justiça. O medo da instituição, porém, é que a reforma apresentada seja “mutilada” pelo Congresso, devido a interesses de empresas.


COMÉRCIO ONLINE — Quem compra pela Internet vai ganhar uma garantia a mais. O novo Código de Defesa do Consumidor criará uma regulamentação específica para a rede.


SPC E SERASA — A reforma no CDC vai trazer benefícios aos endividados. Para José Roberto de Oliveira, presidente da Anacont, o tempo de nome negativado deveria cair para três anos.


Fonte: Procon PE


Por Espaço E.D