Economia Doméstica

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terça-feira, 6 de abril de 2010

Cheque especial, cartões de créditos, carnês.... Facilidades que trazem dor de cabeça.

Pesquisas mostram que o número de brasileiros endividados aumentou. A facilidade de crédito e longos parcelamentos deram mais chances para realizar a tão sonhada compra, mas trouxe prejuízos ao orçamento doméstico. Veja o vídeo.






Fonte: Bom dia Brasil, portal G1

Por Espaço E.D

Você saber fazer coleta seletiva de Lixo????


Você sabia que nem todo plástico, metal, papel ou vidro pode ser reciclado????

O sítio do
Bom Dia Brasil, no portal g1, da Globo.com ensina como reconhecer se o material é reciclavel ou não. Veja as imagens abaixo: (clieque nas imagens para aumentá-las).




Fonte: Bom Dia Brasil

Por Espaço E.D

sábado, 3 de abril de 2010

O IDEC Mostra: Ovo de Páscoa com brinde custa o dobro e tem menos chocolate


O Idec pesquisou 23 diferentes ovos de chocolate das cinco marcas mais presentes em supermercados da capital paulista e constatou que os brindes encarecem exageradamente o produto, o que descaracteriza, em muitos casos, a gratuidade do presente.

Os preços médios de 23 ovos de Páscoa pesquisados pelo Idec em supermercados da cidade de São Paulo apontam que os populares brindes, cada vez mais presentes nos produtos destinados ao público infantil, não são gratuitos.

Os presentinhos, em geral, de personagens famosos de desenhos animados, além de denunciar a falta de compromisso das empresas com seus próprios códigos de autorregulamentação publicitária sobre a comunicação dirigida às crianças, fazem muita diferença no bolso: 100g de um ovo de chocolate com brinde podem custar 102% a mais que a mesma quantidade de um sem brinde da mesma marca ou conter até 37,5% a menos de chocolate.

A pesquisa foi feita entre 25 e 26 de março em cinco estabelecimentos das redes de supermercados Carrefour, Extra, Pão de Açúcar, Sonda e Walmart e considerou ovos de Páscoa das marcas Arcor, Garoto, Lacta, Nestlé e Village. A ideia foi pesquisar apenas ovos de nºs 14 e 15, dos tipos mais simples (chocolate ao leite), sempre que possível. Para cada uma dessas marcas, o Idec colheu também o preço de pelo menos um ovo sem brinde. Mas em alguns casos os ovos não traziam número e também foi necessário incluir um ovo de nº 20 da Arcor, pois era o único oferecido sem brinde.

A principal constatação da pesquisa foi a de que a inclusão de brindes nos ovos - prática hoje generalizada - pode elevar o preço médio de cada 100g de chocolate em pelo menos 40%. Mas a diferença entre os preços de um ovo sem brinde e outro com brinde é muito maior se a comparação for feita entre os preços individuais de cada produto, sempre considerando cada 100g de chocolate.

A título de exemplo, enquanto 100g de chocolate do ovo Alô Doçura nº 15 (sem brinde), da Garoto, saem por R$ 6,96, na média de todas as cotações, outras 100g de chocolate de um ovo Baton nº 15 (com helicóptero), também da Garoto, podem custar R$ 14,06, na média. Isto é, o ovo com brinde pode custar até 102% a mais que o outro sem o presentinho. Se considerarmos os extremos de preço encontrados para esses dois ovos nas redes de supermercados pesquisadas a diferença entre o ovo simples e aquele com brinde chega a 192,7%.

Outro exemplo de diferença de preço: 100g de chocolate do ovo Classic da Nestlé (nº 15, sem brinde) custam, na média, R$ 7,45; enquanto isso, 100g de chocolate da mesma Nestlé, desta vez do ovo Batman (nº 15, Batmoto e Batmóvel com pulseira), valem R$ 12,03, também em média. Isto é, cada 100g de chocolate de um ovo com brinde da Nestlé custam 61,4% a mais que as do ovo sem brinquedo. E o ovo com brinquedo pesa 180g, enquanto o outro pesa 240g, ou 33,3% a mais de chocolate.

Esta disparidade aponta para o fato de que os brindes são, na verdade, muito bem pagos pelo consumidor (R$ 7,1 é a diferença de preço no primeiro exemplo acima), embora isso não seja informado. O custo adicional diz também respeito ao uso da licença de uma determinada marca (de personagem, por exemplo). Para preservar a opção do consumidor que quer adquirir apenas o ovo de chocolate, o Idec entende que este também deveria ser oferecido separadamente do brinquedo. Esta situação é análoga à que ocorre com alguns kits infantis de fast foods, que hoje são obrigatoriamente oferecidos em separado do brinquedos.

O exemplo citado acima dos ovos da Garoto serve para mostrar também que a numeração não é um indicativo seguro para o consumidor comparar preços, já que a variação de peso para um ovo da mesma marca e de mesma numeração (15) pode ser bastante grande: se a unidade do Alô Doçura tem 240g, a do Batom possui apenas 150g, ou 37,5% menos chocolate.

Como a numeração pouco ajuda e nem sempre o consumidor pode levar uma calculadora e fazer a conta do preço de cada 100g de chocolate, a dica mais prática é evitar os ovos com brinde. Em geral, não só seu preço unitário é mais elevado, como também o preço por cada 100g de chocolate, já que, via de regra, são mais leves que os ovos sem brinquedos.

A prova de que os brindes são os grandes responsáveis pelo encarecimento dos ovos está na variação da média dos preços dos ovos sem brinde pesquisados: 100 g do mais barato (Chocolate ao leite, sem numeração, da Village) custam R$ 6,08; e 100g do mais caro (Chocolate ao Leite, nº15, da Lacta) saem por R$ 7,77. A diferença entre eles é de apenas 27,7%. Além disso, o preço médio de 100g do ovo sem brinde mais caro está muito próximo da média do preço de 100g do ovo com brinde mais barato (R$ 6,84, Chocolate ao leite Scooby-Doo com skate, da Village).

Compromissos ignorados

A presença de brindes com personagens licenciados nos ovos de Páscoa não apenas encarece os produtos, mas também denota como as empresas são incapazes de assumir no Brasil, compromissos que elas mesmas prometeram cumprir, seja em plano mundial, seja no âmbito local.

Pelo menos três fabricantes dos ovos pesquisados (Garoto, Lacta e Nestlé) são signatários de algum desses compromissos voluntários, mas lançam mão em quase todos seus produtos oferecidos a crianças de personagens de filmes ou de desenhos animados (Ben 10, Batman, A Era do Gelo, Meninas Superpoderosas, Hello Kitty, Max Steel, Polly Pocket e Spider Man).

Os códigos de autorregulamentação assinados pelas empresas no Brasil e no mundo tentam frear legislações nacionais mais rígidas em relação à comunicação voltada a crianças, cogitadas no âmbito de uma crescente epidemia mundial de doenças crônicas não transmissíveis ligadas ao fenômeno da obesidade (distúrbios cardiovasculares, hipertensão e diabetes).

Os compromissos preveem, em vários casos, o fim do uso de personagens licenciados de terceiros em produtos de sua fabricação. Nos EUA, a proposta assinada por treze multinacionais norte-americanas (ente as quais a Kraft Foods) foi a chamada US Council Better Business Bureau Children´s Food and Beverage Advertising Initiative; na Europa, foi o EU-Pledge (EU Platform on Diet, Physical Activity and Health), compromisso voluntário também assinado por onze multinacionais do setor alimentício (entre as quais a Nestlé e a Kraft Foods). As duas empresas também entregaram à Organização Mundial da Saúde (OMS), em maio de 2008, uma carta na qual declaravam que promoveriam em todos os países em que atuavam, grandes mudanças, entre as quais, a alteração de práticas de marketing e publicidade de alimentos e bebidas, particularmente os dirigidos ao público infantil.

Os compromissos deveriam começar a valer desde o final de 2008 mas, no Brasil, tal fato não se verificou até hoje. Desde 2007, após o anúncio feito nos EUA, o Idec e o Instituto Alana questionaram as empresas sobre seus planos para o país. Apenas a Masterfoods Brasil Alimentos Ltda. se explicou, à época.

No Brasil, especificamente, em agosto de 2009, várias empresas, junto com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentação (ABIA) e da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) se anunciaram com alarde a assinatura de um compromisso público regulamentando a publicidade de alimentos e bebidas não saudáveis dirigidos à criança. Entre os signatários, estava gigantes como McDonald s, Coca-Cola, Pepsico, assim como as fabricantes de chocolate Kraft e Nestlé. O texto brasileiro pretendia ser uma cópia de práticas que as empresas já adotam em outros países e que deveriam ser implementadas até o final de 2009.

Apesar de tantos papéis assinados pelas empresas com compromissos para frear a propaganda de produtos não saudáveis às crianças, o levantamento do Idec constatou a utilização das mesmas estratégias com apelos de personagem e brindes para atrair os pequenos.

Tendo em vista o que foi constatado na pesquisa, o Idec pretende contatar os fabricantes dos ovos pesquisados e questioná-los em, pelo menos dois pontos: a) se eles pretendem oferecer os brindes separadamente dos ovos, deixando a opção de adquirir o conjunto ao consumidor; e b) se as empresas pretendem, em algum momento, assumir compromissos semelhantes aos assumidos lá fora, inclusive renunciando ao uso intenso de personagens licenciados de terceiros em seus produtos.

Fonte: IDEC
Lista, em PDF, da pesquisa dos ovos de páscoa, com e sem brindes.

Por Espaço E.D

sábado, 27 de março de 2010

20 capitais brasileiras apagam suas luzes pela Hora do Planeta


Com a chegada da noite de 27 de março, o Brasil todo se prepara para apagar suas luzes. A menos de uma hora do maior evento de alerta sobre as mudanças climáticas, 98 cidades brasileiras estão engajadas e prestes a desligar as luzes de seus monumentos. E mais de 55 mil pessoas se cadastraram no site do WWF-Brasil para firmar seu compromisso com o futuro do planeta.

Além das prefeituras das cidades, há muitas empresas, organizações e pessoas fazendo a sua parte da maneira como pode e pensando em alternativas interessantes para fazer no apagar das luzes. O resultado disso é que não vão faltar bons programas para a Hora do Planeta. Os governos dos estados do Acre, Minas Gerais e Espírito Santo também aderiram ao movimento.

Rio de Janeiro:

No Rio de Janeiro, primeira cidade a aderir, acontece o evento oficial da Hora do Planeta 2010, no Jardim Botânico. A solenidade contará com a presença do ministro do Meio Ambiente Carlos Minc e do prefeito Eduardo Paes, que desligarão o interruptor simbólico das luzes da cidade maravilhosa. O grupo de dança Lumina fará apresentação para os convidados.

Fora do Jardim Botânico, muitas outras atividades vão acontecer para celebrar a Hora do Planeta com o apagar das luzes da orla de Copacabana, Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Fiocruz, Jockey Club, Arpoador e Monumento dos Pracinhas. Na Lagoa Rodrigo de Freitas, acontecerá uma vigília à luz de velas e os restaurantes Zazá Bistrô, Via Sete e Restô Ipanema terão pratos, promoções e até decoração especiais para a noite.

No Sesc Madureira e Tijuca, dois espetáculos de teatro temáticos serão apresentados à meia luz. Já a Fundação Planetário, na Gávea, convida os visitantes para uma Observação do Céu gratuita. O hotel Marina e a rede Hotels Internacional também estão com programações especiais. Como o esporte não poderia faltar no Rio de Janeiro, a academia Cia Athletica irá realizar um aulão de spinning à luz de velas.

São Paulo:

Na capital paulista, o evento oficial da Hora do Planeta, aberto ao público, será no Parque do Povo e contará com a apresentação do coral do Instituto Bacarelli, formado por crianças da favela de Heliópolis em São Paulo. Para jantares românticos, as opções são o restaurante América e a Bendita Hora Pizzaria. Para quem gosta de malhar, a Academia Gustavo Borges aderiu ao movimento e fará um minuto sem luz durante a festa de comemoração da unidade Morumbi. Para quem estiver de passagem na cidade e hospedado no Sheraton São Paulo WTC hotel, a melhor opção é fazer uma massagem à luz de velas nos bangalôs à beira da piscina. Já quem vai estar no litoral, uma boa pedida é visitar o restaurante ecológico do Mc Donalds em Bertioga, que oferecerá programação recreativa aos clientes.

Os monumentos que serão apagados na cidade de São Paulo: Ponte Estaiada, Monumento às Bandeiras, Viaduto do Chá, Estádio do Pacaembu, Obelisco, o auditório do Parque do Ibirapuera e algumas luzes do próprio parque.

Brasília:

Na capital federal, a Câmara dos Deputados e o Senado aderiram à Hora do Planeta e irão desligar as luzes de seus prédios na noite de 27 de março. E como Brasília não é só o centro da política nacional, algumas programações culturais também irão animar a cidade. Para quem gosta de rock, a opção é ir ao Café da Rua 8 e ouvir boa música no escuro. O Terraço Shopping oferecerá uma oficina de percussão com materiais reciclados e ainda uma aula de spinning no escuro ao som da banda Patubatê. Na academia Cia Athlética terá aula de spinning zen e de Yoga, além de um buffet especial. O bar Mittlealter vai oferecer programação especial com temática medieval e à luz de velas.

Manaus:

Em Manaus, a prefeitura aderiu à Hora do Planeta e irá apagar o Parque Ponto dos Bilhares e Parque Lagoa do Japiim. Na cidade, as universidades estão comandando a programação. Shows de música acústica, com os grupos Imbaúba e Grupo Musical Infantil Pássaros da Amazônia, acontecerão no campus do Centro Universitário Luterano de Manaus (CEULM). Após os shows, os presentes sairão, às 20h30, para um passeio a pé e de bicicleta até a Lagoa do Japiim. A academia Cia Athletica também vai promover uma aula de spinning no escuro.

Além disso, no interior do estado do Amazonas, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) está mobilizando seus campi em 24 municípios. Em Itapiranga, alunos e professores vão fazer uma procissão à luz de velas. Entre 800 e 1.000 pessoas são esperadas no Santuário da Rainha do Rosário e da Paz, de onde partem os fiéis. Em São Sebastião, os jovens farão uma vigília na igreja adventista do município. Em Barcelos, a Hora do Planeta será celebrada com uma cantata na escadaria de uma igreja centenária às margens do rio Negro. Já em Coari, será feita uma apresentação musical, iluminada com velas e latas.

Curitiba:

Em Curitiba, o evento oficial acontece no Palácio Avenida e é organizado pelo HSBC, um dos patrocinadores da Hora do Planeta. Em Curitiba, a Hora do Planeta conta com o apoio da prefeitura da cidade e da Fundação O Boticário. O coral das crianças do HSBC se apresentará no local durante a Hora do Planeta.

A programação alternativa na cidade está a todo vapor. Para comer à luz de velas, os restaurantes que terão programação especial são: Fran’s Café, Jokers Pub Café, Piola Pizzaria, Jungle Juice e Totopos Gastronomia Mexicana.

Para quem ao invés de ingerir deseja queimar calorias, a Cia Athletica oferece aula de body balance, yoga e spinning, tudo com iluminação de velas e muita música. Duas unidades da academia Gustavo Borges também irão apagar as luzes.

Na 19º edição do Festival de Curitiba, as luzes serão apagadas simbolicamente durante um minuto antes do início dos sete espetáculos que estarão em cartaz.

Na cidade de Curitiba, 12 monumentos ficarão no escuro: Teatro do Paiol, Estufa do Jardim Botânico, Fonte Dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Monumento de Bambu na Linha Verde, Fonte da Praça Santos Andrade, Fonte da Praça Generoso Marques, Portal de Santa Felicidade, Pista de Atletismo da Praça Osvaldo Cruz, Cancha Polivalente da Praça Ouvidor Pardinho, Fachada do Paço Municipal, Torre da Telepar.

Campo Grande:

Em Campo Grande, a Prefeitura Municipal irá desligar a energia de pontos estratégicos da cidade como forma de chamar a atenção para a necessidade de conservação do meio ambiente . Os monumentos são: Morada dos Baís, Central de Atendimento ao Cidadão, Obelisco, Parque Belmar Fidalgo, Horto Florestal, Parque Jacques da Luz, Parque Tarsila do Amaral e Praça Elias Gadia.

No evento Caminhão da Cultura, que leva apresentações culturais a diferentes regiões da cidade, as luzes serão apagadas por um minuto para simbolizar o início da Hora do Planeta. Para os praticantes de esportes, a Fundação Municipal de Esporte (Funesp) promove a primeira edição do Projeto "36 Horas de Esporte", que começa às 19h do dia 27. Durante a Hora do Planeta serão apagadas as luzes da Praça de Esportes Elias Gadia e torneios de truco serão realizados à luz de baterias.

Porto Alegre:

Largo dos Açorianos, Julio de Castilhos (Praça da Matriz), Monumento ao Expedicionário, Fonte Talavera, Viaduto Otávio Rocha, Estátua do Laçador, Estátua de Bento Gonçalves e Praça da Alfândega. Todos esses ícones ficarão sem iluminação no dia 27 de março às 20h30 para a Hora do Planeta.

Na capital do Rio Grande do Sul, a prefeitura participará de um evento oficial organizado pela rede de lojas Walmart Brasil, um dos patrocinadores da Hora do Planeta 2010, onde o interruptor simbólico das luzes da cidade será desligado.

Belém:
Em Belém o símbolo da Hora do Planeta será o Mercado São Brás, que ficará no escuro das 20h30 às 21h30. Muita música e a celebração pelo meio ambiente acontecem do lado de fora do mercado. O famoso mercado de peixe Ver-o-Peso também terá suas luzes desligadas.

Para a noite do planeta, o hotel Hilton prepara uma programação diferente: jantar à luz de velas, luau a beira da piscina, com iluminação de tochas, som acústico de violão e percussão e apresentação de grupo de dança. Quem for até lá ainda poderá provar drinks com nomes bem diferentes preparados para a ocasião: camada de ozônio, efeito estufa, etc. O hotel Crowne Plaza também oferecerá jantar a luz de velas aos hóspedes.

Rio Branco:

O Horto Florestal e o Palácio Rio Branco são os dois pontos de Rio Branco que ficarão no escuro durante a Hora do Planeta. A pizzaria Piola vai oferecer jantar à luz de velas para aqueles que quiserem aproveitar a ocasião para passear. Além da prefeitura, o governo do Estado também aderiu ao movimento.
João Pessoa:

A capital da Paraíba aderiu e irá apagar as luzes do Paço Municipal e da Estação Ciência, Cultura e Arte.

Belo Horizonte:

Na capital mineira, o relógio do Palácio Municipal e o prédio onde funciona a Secretaria Municipal de Meio Ambiente ficarão no escuro. Além da prefeitura, o governo do Estado também aderiu ao movimento.

Palmas:

Na capital do estado do Tocantins, será desligada a iluminação do Espaço Cultural.

Cuiabá:

Os monumentos a serem apagados são o Palácio Dante Martins de Oliveira, Praça Rachid Jaudy, Museu do Morro da Caixa d’Água Velha e o Centro Geodésico da América do Sul, localizado no estado de Mato Grosso.

Fortaleza:

O Arco da Praça Portugal, na Aldeota, a Coluna da Hora, na Praça do Ferreira, o Seminário da Prainha, a Estátua de Iracema, na lagoa de Messejana, e o monumento na Praça Régis Jucá ficarão sem iluminação na Hora do Planeta.

Recife:

A capital de Pernambuco irá desligar as luzes da Ponte Duarte Coelho e do edifício sede da Prefeitura do Recife.

Vitória:

Na capital do Espírito Santo, ficarão no escuro o Morro do Penedo, as torres de transmissão do bairro Jesus de Nazareth e as torres de transmissão do bairro Maria Ortiz. Além da prefeitura, o governo do Estado também aderiu ao movimento e vai apagar o Palácio Anchieta, sede do poder executivo estadual, e o Convento da Penha, em Vila Velha.

Goiânia:

O Viaduto Latif Sebba, elevado João Alves de Queiroz e o Parque Municipal Flamboyant Lourival Lousa serão os ícones apagados na capital do estado de Goiás.

São Luís:

Serão desligados o Palácio La Ravardiere (Sede da Prefeitura Municipal), Memorial Maria Aragão, Fachada da Igreja dos Remédios, Sereia da Praça Dom Pedro II e Monumento da Praça Gonçalves Dias.

Salvador:

A capital baiana celebrará a Hora do Planeta apagando as luzes dos ícones Palácio Thomé de Souza, Elevador Lacerda, Orixás do Dique do Tororó, Poeta da Praça Castro Alves, Cristo da Barra.
Florianópolis:

No estado de Santa Catarina, a Praça XV de Novembro, no centro da cidade, e a Ponte Hercílio Luz, símbolo da Ilha, serão desligados para a Hora do Planeta.

Natal:

Na capital capixaba, serão apagadas as luzes dos prédios públicos e do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Mais praticidade para o consumidor

Consumidores saberão valor de conta de água logo após leitura de hidrômetro
Os agentes da Compesa farão a leitura do hidrômetro e, com celular com acesso à internet, será feita a impressão da conta.
Por: Da Redação do pe360graus.com
A Compesa anunciou nesta quinta-feira (18) que os consumidores da Região Metropolitana e da Zona da Mata saberão imediatamente quanto gastou de água.

Ao conferir o consumo de água mensais nos hidrômetros, por meio de celular com acesso à internet, os agentes comerciais, ou “leituristas” como são mais conhecidos, vão imprimir as contas na hora. Até o fim de abril, o serviço deve ser estendido para todo o Estado.

“A primeira vantagem é a transparência para o cliente, porque imediatamente ele vai conhecer o valor da conta e saber se ela foi calculada devidamente. Antes era lido o hidrômetro e depois de dez dias a gente voltaria para entregar a conta. Agora, qualquer erro, podemos corrigir na hora”, informou Décio Padilha, diretor comercial da Compesa.

Fonte: pe360graus.

Link da reportagem: http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/agua/2010/03/18/NWS,509676,4,69,NOTICIAS,766-CONSUMIDORES-SABERAO-VALOR-CONTA-AGUA-LOGO-APOS-LEITURA-HIDROMETRO.aspx

Por Espaço E.D

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

SÉRIE 20 ANOS DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR


Voltando com a nossa série dos 20 anos do Código de Defesa do Consumidor, hoje abordaremos o Capítulo III, que dispõe dos direitos básicos do consumidor. Esse capítulo é composto por dois artigos:


ART. 6º – São direitos básicos do consumidor:

I – A proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;

II – A educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;

III – A informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;

IV – A proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;

V – A modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;

VI – A efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;

VII – O acesso aos órgãos judiciários e administrativos, com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;

VIII – A facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;

IX – (VETADO).

X – A adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.


ART. 7º – Os direitos previstos neste Código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e eqüidade.

Parágrafo único – Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.


Continua....


Fonte IDEC


Por Espaço E.D