Economia Doméstica

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sábado, 27 de março de 2010

20 capitais brasileiras apagam suas luzes pela Hora do Planeta


Com a chegada da noite de 27 de março, o Brasil todo se prepara para apagar suas luzes. A menos de uma hora do maior evento de alerta sobre as mudanças climáticas, 98 cidades brasileiras estão engajadas e prestes a desligar as luzes de seus monumentos. E mais de 55 mil pessoas se cadastraram no site do WWF-Brasil para firmar seu compromisso com o futuro do planeta.

Além das prefeituras das cidades, há muitas empresas, organizações e pessoas fazendo a sua parte da maneira como pode e pensando em alternativas interessantes para fazer no apagar das luzes. O resultado disso é que não vão faltar bons programas para a Hora do Planeta. Os governos dos estados do Acre, Minas Gerais e Espírito Santo também aderiram ao movimento.

Rio de Janeiro:

No Rio de Janeiro, primeira cidade a aderir, acontece o evento oficial da Hora do Planeta 2010, no Jardim Botânico. A solenidade contará com a presença do ministro do Meio Ambiente Carlos Minc e do prefeito Eduardo Paes, que desligarão o interruptor simbólico das luzes da cidade maravilhosa. O grupo de dança Lumina fará apresentação para os convidados.

Fora do Jardim Botânico, muitas outras atividades vão acontecer para celebrar a Hora do Planeta com o apagar das luzes da orla de Copacabana, Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Fiocruz, Jockey Club, Arpoador e Monumento dos Pracinhas. Na Lagoa Rodrigo de Freitas, acontecerá uma vigília à luz de velas e os restaurantes Zazá Bistrô, Via Sete e Restô Ipanema terão pratos, promoções e até decoração especiais para a noite.

No Sesc Madureira e Tijuca, dois espetáculos de teatro temáticos serão apresentados à meia luz. Já a Fundação Planetário, na Gávea, convida os visitantes para uma Observação do Céu gratuita. O hotel Marina e a rede Hotels Internacional também estão com programações especiais. Como o esporte não poderia faltar no Rio de Janeiro, a academia Cia Athletica irá realizar um aulão de spinning à luz de velas.

São Paulo:

Na capital paulista, o evento oficial da Hora do Planeta, aberto ao público, será no Parque do Povo e contará com a apresentação do coral do Instituto Bacarelli, formado por crianças da favela de Heliópolis em São Paulo. Para jantares românticos, as opções são o restaurante América e a Bendita Hora Pizzaria. Para quem gosta de malhar, a Academia Gustavo Borges aderiu ao movimento e fará um minuto sem luz durante a festa de comemoração da unidade Morumbi. Para quem estiver de passagem na cidade e hospedado no Sheraton São Paulo WTC hotel, a melhor opção é fazer uma massagem à luz de velas nos bangalôs à beira da piscina. Já quem vai estar no litoral, uma boa pedida é visitar o restaurante ecológico do Mc Donalds em Bertioga, que oferecerá programação recreativa aos clientes.

Os monumentos que serão apagados na cidade de São Paulo: Ponte Estaiada, Monumento às Bandeiras, Viaduto do Chá, Estádio do Pacaembu, Obelisco, o auditório do Parque do Ibirapuera e algumas luzes do próprio parque.

Brasília:

Na capital federal, a Câmara dos Deputados e o Senado aderiram à Hora do Planeta e irão desligar as luzes de seus prédios na noite de 27 de março. E como Brasília não é só o centro da política nacional, algumas programações culturais também irão animar a cidade. Para quem gosta de rock, a opção é ir ao Café da Rua 8 e ouvir boa música no escuro. O Terraço Shopping oferecerá uma oficina de percussão com materiais reciclados e ainda uma aula de spinning no escuro ao som da banda Patubatê. Na academia Cia Athlética terá aula de spinning zen e de Yoga, além de um buffet especial. O bar Mittlealter vai oferecer programação especial com temática medieval e à luz de velas.

Manaus:

Em Manaus, a prefeitura aderiu à Hora do Planeta e irá apagar o Parque Ponto dos Bilhares e Parque Lagoa do Japiim. Na cidade, as universidades estão comandando a programação. Shows de música acústica, com os grupos Imbaúba e Grupo Musical Infantil Pássaros da Amazônia, acontecerão no campus do Centro Universitário Luterano de Manaus (CEULM). Após os shows, os presentes sairão, às 20h30, para um passeio a pé e de bicicleta até a Lagoa do Japiim. A academia Cia Athletica também vai promover uma aula de spinning no escuro.

Além disso, no interior do estado do Amazonas, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) está mobilizando seus campi em 24 municípios. Em Itapiranga, alunos e professores vão fazer uma procissão à luz de velas. Entre 800 e 1.000 pessoas são esperadas no Santuário da Rainha do Rosário e da Paz, de onde partem os fiéis. Em São Sebastião, os jovens farão uma vigília na igreja adventista do município. Em Barcelos, a Hora do Planeta será celebrada com uma cantata na escadaria de uma igreja centenária às margens do rio Negro. Já em Coari, será feita uma apresentação musical, iluminada com velas e latas.

Curitiba:

Em Curitiba, o evento oficial acontece no Palácio Avenida e é organizado pelo HSBC, um dos patrocinadores da Hora do Planeta. Em Curitiba, a Hora do Planeta conta com o apoio da prefeitura da cidade e da Fundação O Boticário. O coral das crianças do HSBC se apresentará no local durante a Hora do Planeta.

A programação alternativa na cidade está a todo vapor. Para comer à luz de velas, os restaurantes que terão programação especial são: Fran’s Café, Jokers Pub Café, Piola Pizzaria, Jungle Juice e Totopos Gastronomia Mexicana.

Para quem ao invés de ingerir deseja queimar calorias, a Cia Athletica oferece aula de body balance, yoga e spinning, tudo com iluminação de velas e muita música. Duas unidades da academia Gustavo Borges também irão apagar as luzes.

Na 19º edição do Festival de Curitiba, as luzes serão apagadas simbolicamente durante um minuto antes do início dos sete espetáculos que estarão em cartaz.

Na cidade de Curitiba, 12 monumentos ficarão no escuro: Teatro do Paiol, Estufa do Jardim Botânico, Fonte Dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Monumento de Bambu na Linha Verde, Fonte da Praça Santos Andrade, Fonte da Praça Generoso Marques, Portal de Santa Felicidade, Pista de Atletismo da Praça Osvaldo Cruz, Cancha Polivalente da Praça Ouvidor Pardinho, Fachada do Paço Municipal, Torre da Telepar.

Campo Grande:

Em Campo Grande, a Prefeitura Municipal irá desligar a energia de pontos estratégicos da cidade como forma de chamar a atenção para a necessidade de conservação do meio ambiente . Os monumentos são: Morada dos Baís, Central de Atendimento ao Cidadão, Obelisco, Parque Belmar Fidalgo, Horto Florestal, Parque Jacques da Luz, Parque Tarsila do Amaral e Praça Elias Gadia.

No evento Caminhão da Cultura, que leva apresentações culturais a diferentes regiões da cidade, as luzes serão apagadas por um minuto para simbolizar o início da Hora do Planeta. Para os praticantes de esportes, a Fundação Municipal de Esporte (Funesp) promove a primeira edição do Projeto "36 Horas de Esporte", que começa às 19h do dia 27. Durante a Hora do Planeta serão apagadas as luzes da Praça de Esportes Elias Gadia e torneios de truco serão realizados à luz de baterias.

Porto Alegre:

Largo dos Açorianos, Julio de Castilhos (Praça da Matriz), Monumento ao Expedicionário, Fonte Talavera, Viaduto Otávio Rocha, Estátua do Laçador, Estátua de Bento Gonçalves e Praça da Alfândega. Todos esses ícones ficarão sem iluminação no dia 27 de março às 20h30 para a Hora do Planeta.

Na capital do Rio Grande do Sul, a prefeitura participará de um evento oficial organizado pela rede de lojas Walmart Brasil, um dos patrocinadores da Hora do Planeta 2010, onde o interruptor simbólico das luzes da cidade será desligado.

Belém:
Em Belém o símbolo da Hora do Planeta será o Mercado São Brás, que ficará no escuro das 20h30 às 21h30. Muita música e a celebração pelo meio ambiente acontecem do lado de fora do mercado. O famoso mercado de peixe Ver-o-Peso também terá suas luzes desligadas.

Para a noite do planeta, o hotel Hilton prepara uma programação diferente: jantar à luz de velas, luau a beira da piscina, com iluminação de tochas, som acústico de violão e percussão e apresentação de grupo de dança. Quem for até lá ainda poderá provar drinks com nomes bem diferentes preparados para a ocasião: camada de ozônio, efeito estufa, etc. O hotel Crowne Plaza também oferecerá jantar a luz de velas aos hóspedes.

Rio Branco:

O Horto Florestal e o Palácio Rio Branco são os dois pontos de Rio Branco que ficarão no escuro durante a Hora do Planeta. A pizzaria Piola vai oferecer jantar à luz de velas para aqueles que quiserem aproveitar a ocasião para passear. Além da prefeitura, o governo do Estado também aderiu ao movimento.
João Pessoa:

A capital da Paraíba aderiu e irá apagar as luzes do Paço Municipal e da Estação Ciência, Cultura e Arte.

Belo Horizonte:

Na capital mineira, o relógio do Palácio Municipal e o prédio onde funciona a Secretaria Municipal de Meio Ambiente ficarão no escuro. Além da prefeitura, o governo do Estado também aderiu ao movimento.

Palmas:

Na capital do estado do Tocantins, será desligada a iluminação do Espaço Cultural.

Cuiabá:

Os monumentos a serem apagados são o Palácio Dante Martins de Oliveira, Praça Rachid Jaudy, Museu do Morro da Caixa d’Água Velha e o Centro Geodésico da América do Sul, localizado no estado de Mato Grosso.

Fortaleza:

O Arco da Praça Portugal, na Aldeota, a Coluna da Hora, na Praça do Ferreira, o Seminário da Prainha, a Estátua de Iracema, na lagoa de Messejana, e o monumento na Praça Régis Jucá ficarão sem iluminação na Hora do Planeta.

Recife:

A capital de Pernambuco irá desligar as luzes da Ponte Duarte Coelho e do edifício sede da Prefeitura do Recife.

Vitória:

Na capital do Espírito Santo, ficarão no escuro o Morro do Penedo, as torres de transmissão do bairro Jesus de Nazareth e as torres de transmissão do bairro Maria Ortiz. Além da prefeitura, o governo do Estado também aderiu ao movimento e vai apagar o Palácio Anchieta, sede do poder executivo estadual, e o Convento da Penha, em Vila Velha.

Goiânia:

O Viaduto Latif Sebba, elevado João Alves de Queiroz e o Parque Municipal Flamboyant Lourival Lousa serão os ícones apagados na capital do estado de Goiás.

São Luís:

Serão desligados o Palácio La Ravardiere (Sede da Prefeitura Municipal), Memorial Maria Aragão, Fachada da Igreja dos Remédios, Sereia da Praça Dom Pedro II e Monumento da Praça Gonçalves Dias.

Salvador:

A capital baiana celebrará a Hora do Planeta apagando as luzes dos ícones Palácio Thomé de Souza, Elevador Lacerda, Orixás do Dique do Tororó, Poeta da Praça Castro Alves, Cristo da Barra.
Florianópolis:

No estado de Santa Catarina, a Praça XV de Novembro, no centro da cidade, e a Ponte Hercílio Luz, símbolo da Ilha, serão desligados para a Hora do Planeta.

Natal:

Na capital capixaba, serão apagadas as luzes dos prédios públicos e do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte.

quarta-feira, 24 de março de 2010

60 HORA DO PLANETA 2010




VISITE O SITE OFICIAL DA HORA DO PLANETA:
http://www.horadoplaneta.org.br/divulgue.php

sexta-feira, 19 de março de 2010

Mais praticidade para o consumidor

Consumidores saberão valor de conta de água logo após leitura de hidrômetro
Os agentes da Compesa farão a leitura do hidrômetro e, com celular com acesso à internet, será feita a impressão da conta.
Por: Da Redação do pe360graus.com
A Compesa anunciou nesta quinta-feira (18) que os consumidores da Região Metropolitana e da Zona da Mata saberão imediatamente quanto gastou de água.

Ao conferir o consumo de água mensais nos hidrômetros, por meio de celular com acesso à internet, os agentes comerciais, ou “leituristas” como são mais conhecidos, vão imprimir as contas na hora. Até o fim de abril, o serviço deve ser estendido para todo o Estado.

“A primeira vantagem é a transparência para o cliente, porque imediatamente ele vai conhecer o valor da conta e saber se ela foi calculada devidamente. Antes era lido o hidrômetro e depois de dez dias a gente voltaria para entregar a conta. Agora, qualquer erro, podemos corrigir na hora”, informou Décio Padilha, diretor comercial da Compesa.

Fonte: pe360graus.

Link da reportagem: http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/agua/2010/03/18/NWS,509676,4,69,NOTICIAS,766-CONSUMIDORES-SABERAO-VALOR-CONTA-AGUA-LOGO-APOS-LEITURA-HIDROMETRO.aspx

Por Espaço E.D

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

SÉRIE 20 ANOS DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR


Voltando com a nossa série dos 20 anos do Código de Defesa do Consumidor, hoje abordaremos o Capítulo III, que dispõe dos direitos básicos do consumidor. Esse capítulo é composto por dois artigos:


ART. 6º – São direitos básicos do consumidor:

I – A proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;

II – A educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;

III – A informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;

IV – A proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;

V – A modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;

VI – A efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;

VII – O acesso aos órgãos judiciários e administrativos, com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;

VIII – A facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;

IX – (VETADO).

X – A adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.


ART. 7º – Os direitos previstos neste Código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e eqüidade.

Parágrafo único – Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.


Continua....


Fonte IDEC


Por Espaço E.D

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Das fraudas para o troninho


Será que está na hora de seu filho abandonar as fraldas?

por Mônica Vitória | 13/01/2010

Seu filhote (ou sua filhota) já está todo serelepe, correndo de um lado para o outro, mas aquela acolchoada fralda continua lá. Aí você se pergunta: será que não está na hora de largá-la de vez? Como saber? Descobrir se a criança já está pronta para avançar mais uma etapa pode parecer complicado, mas é essencial para evitar dificuldades no seu crescimento. Embora o início e o final de cada fase gerem expectativas em quem acompanha de perto o desenvolvimento dos pequenos, deve-se deixá-los à vontade para que essa evolução aconteça.

Qual é o melhor momento para fazer a criança ir ao banheiro? Na verdade, isso é relativo, assim como é a hora de andar e falar. Mas os médicos afirmam que o abandono das fraldas se dá, em geral, por volta dos dois anos de idade, quando o desenvolvimento motor está constituído. "Não se pode querer adiantar. A partir desta idade, e raramente um pouco antes, a criança já passa a controlar naturalmente os esfíncteres. Com isso, os pais podem começar a perceber que ela está 'acertando' seus horários, sujando a fralda em determinado período do dia etc. Essa é a hora de tentar o treinamento do toalete", afirma Peter Liquornik, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Geralmente, o primeiro sinal de que já está na hora de trocar o conforto da fralda pela ida ao banheiro costuma ser manifestado pela própria criança. No entanto, a psicóloga clínica Evelyn Pryzant ressalta que os meninos às vezes demoram um pouco mais, abandonando a fralda, em média, de três a quatro meses depois que as meninas. Evelyn recorda que o cuidado com a higiene é natural do ser humano, e, portanto, o momento de retirada da fralda deve representar um alívio para a criança também - além de mostrar, para os outros e para ela mesma, que está crescendo.

De acordo com a psicóloga, muitas vezes a própria creche ou escolinha ajuda neste "ritual de passagem". Mas é em casa que os pequenos devem iniciar a fase do papel higiênico. "Eles aprendem vendo os pais usarem o banheiro. Por isso, ao optarem pelo penico, este deve sempre ser colocado lá, para que se crie o costume e a passagem para o vaso sanitário seja natural", explica Evelyn. Ela indica o verão como a melhor época para fazer a mudança e libertar a criança das fraldas.


Retirado do Site: http://msn.bolsademulher.com/familia/para_o_troninho-19131.html


Por Espaço E.D

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

SÉRIE 20 ANOS DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR


O Capítulo II, do DCD, trata da Política Nacional de Relações de Consumo.


Neste capítulo do código, o ART. 4º, tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios:


1 – Reconhecer que o consumidor é vulnerável, dentro do mercado de consumo;


2 – Ação do governo no sentido de proteger efetivamente o consumidor: por iniciativa direta, por criação de associações representativas para os mesmos, pela presença do Estado no mercado de consumo, pela garantia dos produtos e serviços com padrões adequados e qualidade, segurança, durabilidade e desempenho;


3 – Harmonia e clareza dos interesses dos participantes das relações de consumo (fornecedores e consumidores), visando à necessidade de desenvolvimento de ordem econômica e tecnológica, com base na boa fé e nos princípios de ordem econômica do artigo 170, da Constituição Federal.


4 – Educação e informação de fornecedores e consumidores quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo;


5 – Incentivo à criação pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, assim como de mecanismos alternativos de solução de conflitos de consumo;


6 – Coibição e repressão eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo, inclusive a concorrência desleal e a utilização indevida de inventos e criações industriais das marcas e nomes comerciais e signos distintivos que possam causar prejuízos aos consumidores;


7 – Racionalização e melhoria dos serviços públicos;


8 – Estudo constante das modificações do mercado de consumo.


O Artigo 5º do CDC, fala da execução (prática) da Política Nacional das Relações de Consumo, onde o Poder Público contará com os seguintes instrumentos:


1 – Manutenção de assistência jurídica, integral e gratuita para o consumidor carente;


2 – Instituição de Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor, no âmbito do Ministério Público;


3 – Criação de delegacias de polícia especializadas no atendimento de consumidores vítimas de infrações penais de consumo;


4 – Criação de Juizados Especiais de Pequenas Causas e Varas Especializadas para a solução de litígios de consumo;


5 – Concessão de estímulos à criação e desenvolvimento das Associações de Defesa do Consumidor.


Continua...


Por Espaço E.D

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

SÉRIE 20 ANOS DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR


LEI N.º 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990.

Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá
outras providências.

Este ano o Código Brasileiro de Defesa do Consumidor completa 20 anos, porém, infelizmente é pouco conhecido pela população e pouco divulgado.
Com isso, nosso interesse é preparar uma série de postagens para melhor divulgar o código, através do Espaço E.D.

O Código de Defesa do Consumidor é uma lei abrangente que trata das relações de consumo em todas as esferas: civil, definindo as responsabilidades e os mecanismos para a reparação de danos causados; administrativa, definindo os mecanismos para o poder público atuar nas relações de consumo; e penal, estabelecendo novos tipos de crimes e as punições para os mesmos. (IDEC)


O Capítulo I do código, concetua consumidor como toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza um produto ou serviço como destinatário final.

O mesmo capítulo, relata a diferença entre produto e serviço:
PRODUTO é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial.
SERVIÇO é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante a remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, com excessão as decorrentes das relações de caráter trabalhistas.

Continua....

Por Espaço E.D